A Reserva Espinita, em Igrapiúna, no Baixo Sul da Bahia, completa dez anos como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). O espaço preserva 118 hectares de Mata Atlântica e foi reconhecido pelo Inema em 2016.
A área reúne cerca de 230 espécies de plantas nativas, 228 espécies de aves e 24 de mamíferos, entre elas a preguiça-de-coleira e a suçuarana. A reserva também possui 16 nascentes que abastecem três rios ligados à Baía de Camamu.
Antes utilizada para o cultivo de cacau, seringa e cravo-da-índia, a propriedade passou a priorizar a conservação ambiental a partir da década de 1990.
Atualmente, a Reserva Espinita recebe cerca de 130 visitantes por ano, entre estudantes, pesquisadores, professores e ecoturistas, além de servir de apoio para pesquisas acadêmicas.
O espaço também mantém o programa Guardiões da Espinita, voltado à formação de parcerias e à captação de recursos para ações de preservação.


