Periferia de Direitos leva serviços sociais e de saúde a Ilhéus; ação acontece no bairro Hernani Sá

A Secretaria de Relações Institucionais do Estado (Serin) realiza, nesta sexta-feira (24) e sábado (25), mais uma edição do projeto Periferia de Direitos. A ação acontece das 8h às 17h, no bairro Hernani Sá, em Ilhéus. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso da população a serviços essenciais, promovendo cidadania e inclusão social por meio de atendimentos gratuitos em diversas áreas.

De acordo com a assessora de articulação social da Serin, Matheusa Silva, a ação vai ofertar serviços sociais e de saúde, aproximando o Estado das comunidades e garantindo mais dignidade às famílias atendidas. A expectativa é beneficiar moradores da localidade e de bairros vizinhos com atendimentos diretos e orientações importantes.

A estimativa é de que mais de 100 profissionais estejam envolvidos diretamente na execução das atividades.

De acordo com Matheusa, a iniciativa contará com a presença de unidades móveis da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) e do Ministério Público, com serviços como emissão de segunda via de certidões como de nascimento, casamento e óbito, e realização de exames de reconhecimento de paternidade por meio de testes de DNA.

A estrutura conta com o apoio do Hospital Regional Costa do Cacau Joaquim Sampaio, com serviços como aferição de pressão arterial e encaminhamentos para marcação de consultas.

Já a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) estará envolvida com atendimentos nas áreas de atenção e vigilância em saúde.

Outro destaque é a presença do SAC Móvel, responsável pela emissão da nova Carteira de Identidade Nacional, incluindo a primeira via do documento.

Na área da educação, a Secretaria de Educação (SEC) participará com programas como o Universidade para Todos e ações de incentivo, como a bolsa de presença educativa.

Entre os atendimentos oferecidos, destaca-se a atuação do Centro de Referência Nelson Mandela, que presta orientação sobre enfrentamento ao racismo, intolerância religiosa e acesso a políticas públicas, como o CRED Afro.

Ainda segundo Matheusa Silva, a proposta é reunir, em um único espaço, uma série de atendimentos essenciais. “A gente vai ter uma série de serviços que vão estar sendo levados de cidadania e de atenção à saúde”, afirmou.

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