A 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretou nesta segunda-feira (10) a falência do Grupo Oi, após o administrador judicial da companhia solicitar o reconhecimento de insolvência. A juíza Simone Gastesi Chevrand afirmou que a empresa já se encontrava tecnicamente falida, mas determinou a continuidade provisória das operações sob gestão judicial.
Mesmo em crise, a Oi mantém mais de 4,6 mil contratos com órgãos públicos em todo o país e é responsável por serviços essenciais, como números de emergência e a conexão de lotéricas da Caixa. A operadora também é a única prestadora de telefonia em cerca de sete mil localidades brasileiras, onde deverá manter o serviço de voz por acordo com a Anatel.
A decisão marca mais um capítulo da longa crise da companhia, que enfrentava sua segunda recuperação judicial após anos de endividamento e perda de mercado.


